ANO
3 :: Nº 18 :: 31 DE MARÇO DE 2008 |
Prezado Leitor,
O Boletim Espécies Ameaçadas Online
inaugurou, no mês passado, uma nova seção
que é o “Espaço do Pesquisador”
destinada à publicação de artigos pessoais
sobre a temática central do informativo, no caso as
espécies ameaçadas de extinção.
A coluna não pretende atender à publicação
de artigos científicos e sim textos livres, com uma
linguagem mais direta, que possam divulgar resultados de estudos
com espécies ameaçadas, conceitos, demandas
e propostas de estratégias e instrumentos de conservação
voltados às espécies ameaçadas no Brasil.
Assim, caso tenha interesse em utilizar este espaço,
pedimos para entrarem em contato com o nosso depto. de comunicação
– comunicação@biodiversitas.org.br
- que irá informá-lo sobre as especificações
técnicas do texto (no. de linhas, formato de imagens,
elementos gráficos permitidos,etc), e prazos para o
envio e publicação. Seria um grande prazer receber
a sua contribuição!
Gláucia Moreira Drummond
Superintendente Técnica
Fundação Biodiversitas
Espaço
do Pesquisador
 |
 |
Áreas
prioritárias para conservação:
entre a definição e a ação
Com
o crescimento populacional e demanda cada vez maior
sobre os recursos naturais e os ecossistemas, se
tornou praticamente impossível manter a biodiversidade
como a conhecemos no momento. Essa questão
demandou estratégias de se reservar áreas
para manutenção da biodiversidade
que, embora antiga na história humana, nos
seus primórdios mantinha caráter quase
exclusivamente utilitarista. Em termos de espaços
públicos para conservação da
biodiversidade, somente em 1872 foi criadoo primeiro
parque nacional do mundo - Yellowstone
– um procedimento que desde então se
expandiu e ganhou maior impulso nas últimas
décadas do século XX. Em 1992 passou
a existir um movimento mais ordenado em nível
mundial através da Convenção
sobre Diversidade Biológica, e o Brasil como
signatário da mesma assumiu o compromisso
de elaborar uma estratégia nacional de biodiversidade.
Entre as ações desenvolvidas está
a definição de áreas prioritárias
para a conservação, iniciada no nível
de biomas e posteriormente pelos Estados isoladamente.
Neste particular, Minas Gerais esteve na vanguarda,
pois desde 1998 elaborou o mapeamento dessas áreas
e disponibilizou as informações para
uso pela sociedade – uma revisão das
áreas ocorreu em 2005. Entretanto, que avanços,
do ponto de vista da conservação,
ocorreram desde 1998? Considerando-se áreas
para organismos aquáticos, notoriamente peixes,
podemos concluir que praticamente nada. Destaque
deve ser feito para a inclusão da região
do alto rio Grande, bacia do Paraná, uma
área indicada somente em 2005, na categoria
de “rio de preservação permanente”
(Lei 15082 2004 - Publicação
- Minas Gerais Diário do Legislativo - 28/04/2004
pág. 24 col. 2). Entretanto, esse procedimento
representou uma exceção e tramitou
quase que exclusivamente sob os auspícios
do legislativo mineiro, com mínima participação
e análise técnica. Isso fica claro
pelo lapso de tempo, a lei é de 2004 e a
indicação de 2005! É evidente
que as áreas definidas a priori não
constituem o desenho ideal de uma unidade de conservação,
nem tampouco significam a totalidade necessária
para a manutenção da biodiversidade
de uma região. Nesse particular, o incentivo
do Estado para estudos adicionais nessas áreas
é que se torna prioritário e um fato
que não tem sido observado. Um exemplo isolado,
no qual não houve envolvimento do Estado,
é o rio Santo Antônio, afluente do
rio Doce. Em 1998, na primeira edição
do Atlas de Áreas Prioritárias para
a Conservação, constava toda a bacia,
enquanto em 2005 foi sensivelmente reduzida incluindo
somente uma parcela da drenagem localizada acima
do reservatório da UHE Salto Grande. Isso
foi possível após extensos estudos
com a fauna de peixes, que culminou com um planejamento
de áreas mínimas que garantiriam a
manutenção da maior diversidade de
peixes possível. Entretanto, mesmo com esse
esforço e agora dispondo de opções
reais para conservação, a área
continua sob forte tensão econômica
e a sua manutenção em longo prazo
passou a depender de fatores extrínsecos
ao conhecimento científico. Dessa forma,
a conclusão é que enquanto não
existir compromisso do Estado em assumir as Áreas
Prioritárias para Conservação
de forma legítima e uma política eficiente
de estudos nas mesmas, o que será observado
é a perda cada vez mais intensa de áreas
insubstituíveis dentro do Estado, como relatado
na segunda edição do Atlas em 2005.
 |
Fábio Vieira é ictiólogo e
doutor em Ecologia, Conservação e
Manejo da Vida Silvestre pela Universidade Federal
de Minas Gerais; consultor autônomo, atualmente
é um dos coordenadores do projeto de estruturação
do Biota Minas pela Fundação Biodiversitas.
Utilize este espaço: envie seu artigo para
comunicação@biodiversitas.org.br
Manejo
e Conservação
 |
 |
Nasce primeiro filhote da fêmea
de Muriqui – do – norte
translocada para RPPN Mata do Sossego
.jpg) |
| Biólogos
examinam Eduarda - Os dados levantados
em campo – à época
de sua captura – permitiram
verificar que a fêmea estava
em fase subadulta, com 04 a 05 anos,
pesando 5,2 quilos e medindo 1,29
metros, o que indicava que Eduarda
já estava apta a iniciar sua
fase reprodutiva.
Foto: Saulo Coutinho
|
Há
cerca de dois anos, o projeto “A translocação
de uma fêmea isolada de muriqui-do-norte
(Brachyteles hypoxanthus) como
ferramenta de manejo para a conservação
da espécie” desenvolvido pela
ONG Centro de Estudos Ecológicos
e Educação Ambiental (CECO)
e a Universidade do Estado de Minas Gerais/Campus
de Carangola (UEMG/FAFILE), promoveu a translocação
da fêmea Eduarda, que se encontrava
isolada em um fragmento florestal no município
de Santa Margarida (MG) para a RPPN Mata
do Sossego, de propriedade da Fundação
Biodiversitas. A fêmea de muriqui-do-norte
foi capturada, transportada e solta entre
os dias 21 e 22 de dezembro de 2006. Durante
oito meses, Eduarda – que leva este
nome em homenagem ao biólogo falecido
Eduardo Marcelino – foi diariamente
monitorada, através do emprego de
radio transmissor, com o objetivo de verificar
sua adaptação na nova casa.
|
|
Eduarda,
ainda sedada, recebendo o colar
com rádio transmissor –
ela foi monitorada durante oito
meses após a soltura na RPPN
Mata do Sossego.
Foto: Saulo Coutinho |
|
Boa
adaptação
Segundo
o biólogo e primatólogo Fabiano
Melo, que coordenou a iniciativa da translocação
do espécime, Eduarda foi muito bem
recebida pelos muriquis da RPPN Mata do
Sossego. Logo após sua soltura, em
menos de uma semana, ela já era vista
com indivíduos do grupo A facilidade
na adaptação foi imprescindível
para o sucesso reprodutivo de Eduarda. Em
pouco mais de um ano de convivência
com os muriquis da Mata do Sossego a fêmea
translocada teve seu primeiro filhote. “A
Eduarda nasceu entre 2000 e 2002, portanto,
deve ter entre seis e oito anos. Como ela
é uma fêmea adulta recém-ingressa
na fase reprodutiva e como os muriquis podem
viver mais de 30 anos e terem filhotes a
cada três anos, ela ainda pode ter
oito filhotes até sua morte natural.”
diz o primatólogo. Para Fabiano,
o nascimento do filhote de Eduarda é
muito importante para a conservação
da espécie, já que o Brachyteles
hypoxanthus (muriqui-do-norte) está
classificado como Criticamente em Perigo
(CR), segundo a Lista da Fauna Brasileira
Ameaçada de Extinção
(Machado et al., 2003). “A
translocação só pode
ser considerada um sucesso quando o indivíduo
translocado se reproduz, o que de fato aconteceu
com a Eduarda” conta o pesquisador.
Segundo o biólogo, uma translocação
semelhante ocorreu também no Espírito
Santo, mas com sucesso reprodutivo, é
a primeira e única até o momento.
Ainda
não se sabe o sexo do filhote, porém,
Eduarda já foi vista carregando seu
rebento junto ao ventre – o que atesta
sua tenra idade – e aparentemente
o filhote é saudável.
|
|
Jairo,
Muriqui da RPPN Mata do Sossego,
à esquerda,
inspecionando a nova
moradora – boa adaptação
foi importante para o sucesso da
translocação de Eduarda,
que culminou com o nascimento do
primeiro filhote.
Foto: Carlos Leandro de Souza Mendes
|
|
|
Programa
de Espécies Ameaçadas da Mata Atlântica
 |
 |
 |
Heliconius
nattereri
Foto: Leo Lutz
|
Com
quatro editais voltados para fauna e flora
lançados até o momento, o Programa
de Proteção às Espécies
Ameaçadas de Extinção
da Mata Atlântica Brasileira financia,
desde 2004, pesquisas que forneçam
subsídios para a proteção
e o manejo de espécies da flora e fauna
ameaçadas desse bioma. Desenvolvido
com recursos do Fundo de Parceria para Ecossistemas
Críticos (Critical Ecosystem Partnership
Fund – CEPF) e coordenado através
da parceria entre a Fundação
Biodiversitas (BH/MG) e CEPAN (Centro de Pesquisas
Ambientais do Nordeste, Recife, PE), o Programa
já contabiliza um total de 51 projetos
aprovados, contemplando 94 espécies
em 13 Estados do país.
Conheça nesta edição
os resultados do projeto “Proposição
de Critérios para Identificação
de Áreas Adequadas à Manutenção
de Populações de Heliconius
nattereri (Lepidoptera, Heliconiinae) através
da Análise das Interações
com sua Planta Hospedeira, Competição
com demais Heliconíneos e Efeito de
Borda”
 |
Pesquisadores
em campo – instalação
e teste de equipamentos utilizados
na pesquisa
Foto: Leo Lutz
|
As
borboletas pertencentes à subfamília
Heliconiinae, especialmente as do gênero
Heliconius, compreendem um dos grupos
mais bem estudados e podem ser consideradas,
de uma forma geral, como táxons que
apresentam uma ampla distribuição
geográfica. Heliconius nattereri
apresenta, segundo a literatura, características
que podem ser consideradas como exceções
ao gênero: distribuição
geográfica restrita, utilização
específica de recurso alimentar exclusivo
para os estágios não–adultos,
sobrevivência somente em hábitats
não–perturbados, populações
pequenas e provavelmente isoladas, dimorfismo
sexual e utilização de ambientes
florestais relativamente distintos entre os
sexos.
 |
Ovo
de Heliconius nattereri, depositado
em Passiflora ovalis
Foto: Leo Lutz
|
Esta
espécie, portanto, apresenta–se
como endêmica e altamente especializada,
o que a torna um táxon, de forma geral,
mais propenso à extinção.
Nos últimos 70 anos, segundo os especialistas,
esta espécie somente foi observada,
em condições naturais, nos arredores
de Santa Teresa, na região centro–serrana
do estado do Espírito Santo, particularmente
em fragmentos de Floresta Ombrófila
Densa Montana e Submontana primárias
presentes nos municípios de Santa Teresa,
Santa Leopoldina e Santa Maria de Jetibá.
Estes locais, aparentemente, são os
únicos a sustentar populações
estáveis desta espécie e, por
isso, devem receber atenção
no que se refere aos esforços de conservação
de hábitats e a realização
de estudos sobre aspectos básicos da
história de vida de H. nattereri.
Heliconius nattereri, cuja distribuição
é considerada como endêmica e
relictual, também é tida como
uma das espécies mais primitivas do
grupo, em termos evolutivos. Da mesma forma,
a sua única planta hospedeira, Passiflora
ovalis, é considerada uma das
espécies mais primitivas de Passifloraceae,
constituindo um gênero monotípico
desta família. A biologia de P.
ovalis também é altamente
especializada, apresentando um crescimento
vegetativo extremamente lento, bem como pequena
produtividade anual. Embora a qualidade e
a extensão dos hábitats utilizados
por P. ovalis venham diminuindo,
sua distribuição geográfica
não é restrita e, portanto,
não se constitui, por si só,
como uma explicação para o fato
de H. nattereri, atualmente, somente
ser encontrada nesta região. Entretanto,
a relação entre herbívoro
e planta hospedeira pode ser importante no
estabelecimento dos tamanhos populacionais
desta borboleta, já que as fêmeas
de H. nattereri somente ovipositam
nas extremidades de gavinhas ou nos meristemas
apicais, o que corresponde às regiões
de maior crescimento e proliferação
celular da planta.
|
|
Como esta espécie apresenta um crescimento
muito lento, pode–se inferir que o número
de locais adequados à oviposição,
por estação, ocorram em baixa quantidade
e, desta forma, restrinjam a abundância local
de H. nattereri. Pelo fato da planta hospedeira
atingir o dossel da floresta, a maioria dos meristemas
encontram–se a mais de 20 m de altura, o que
tem inviabilizado, até o momento, os estudos
sobre a dinâmica populacional dos estágios
iniciais (ovos e larvas) de H. nattereri.
 |
Larva
de Heliconius nattereri
Foto: Leo Lutz
|
Desta
espécie, somente são conhecidos aspectos
descritivos da sua biologia, como a planta hospedeira
utilizada, duração e coloração
dos estágios juvenis, altura de vôo dos
machos e fêmeas e flores mais provavelmente
utilizadas como alimento pelos adultos. Ou seja, se
conhece muito pouco da biologia desta espécie
à beira da extinção, e muito
menos ainda daqueles aspectos que devem servir como
base para uma estratégia de conservação
que retire esta espécie da lista daquelas criticamente
ameaçadas. “Observar os estágios
imaturos de H. nattereri representa abordar
a maior proporção dos indivíduos
vivos de um dado local e o momento da história
de vida da espécie em que as taxas de mortalidade
são maiores, o que permite uma melhor compreensão
da sua vulnerabilidade e uma intervenção
mais efetiva no que se refere à medidas de
conservação” diz Leonardo Lutz,
biólogo responsável pelo estudo.
Objetivos
e resultados
Este projeto de pesquisa tem como objetivo descrever
a utilização da planta hospedeira (Passiflora
ovalis), no intuito de identificar quais espécies
utilizam as partes da planta próprias à
colocação de ovos e adequadas no sentido
de servirem de alimento aos estágios larvais.
“Além disso, este trabalho também
monitora os ovos e as larvas de Heliconius nattereri,
descrevendo os fatores responsáveis pela sua
mortalidade. Em conjunto, isto permitirá avaliar
se a vulnerabilidade desta espécie é
realmente um resultado de interações
competitivas com outras espécies do gênero
Heliconius”, explica Leonardo. Para
tanto, os ápices das porções
em crescimento de P. ovalis estão
sendo monitorados através de filmadoras.
 |
Passiflora
ovalis – planta utilizada pela
borboleta Heliconius nattereri para
oviposição.
Foto: Leo Lutz
|
Para
Leonardo, a importância deste projeto para a
conservação da H. nattereri
pode ser entendida a partir dos seguintes aspectos:
1 - descrição de contextos relacionados
à biologia básica da espécie,
ainda desconhecidos, o que se constitui em ponto de
partida para esforços de conservação;
2 - desenvolvimento de metodologia adequada para o
constante monitoramento dos estágios imaturos,
os quais constituem a maior parcela dos indivíduos
vivos em populações naturais de insetos
e onde, conseqüentemente, os fatores associados
à mortalidade de indivíduos terão
maior impacto sobre o controle do tamanho de populações
naturais e para onde se devem focar estratégias
de manejo para a espécie em questão;
3 - desenvolvimento de um aparato tecnológico,
baseado no monitoramento por filmadoras, que pode
ser extrapolado para outras espécies com biologia
ou status de conservação semelhantes;
4 - definição de parâmetros objetivos
para o entendimento do contexto de declínio
populacional que torna esta espécie ameaçada
de extinção, associados à fragmentação
de hábitats, ao efeito de borda e a interações
competitivas (se assim comprovados); e
5 - proposição de critérios objetivos
para o reconhecimento de áreas prioritárias
para a conservação de H. nattereri,
baseados em avaliações de campo que
levam em conta tamanhos de fragmentos, tamanhos populacionais
de espécies potencialmente competidoras, tamanhos
populacionais e distribuição espacial
dos indivíduos de plantas hospedeiras e presença
de adultos de H. nattereri. “O importante
aqui é que estas avaliações podem
ser realizadas de modo bem mais fácil do que
aquelas que envolvem a coleta direta de dados relativos
à H. nattereri, demandando menos tecnologia,
tempo e recursos, além de não envolver
intervenções diretas sobre a espécie
ameaçada de extinção” conclui
o biólogo. |
Biota
Minas
 |
 |
|
Diagnóstico
do Conhecimento Sobre a Biodiversidade em Minas Gerais
Conservação, Uso e Biotecnologia
Consulta eletrônica aos pesquisadores já
supera a marca de 350 acessos
Com
o objetivo de implantar um programa para suprir as
carências e demandas das pesquisas e desenvolvimento
tecnológico voltados para a conservação
e o uso racional da biodiversidade, a Secretaria de
Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
de Minas Gerais - SECTES, em parceria com a Fundação
Biodiversitas, vem investindo na estruturação
do Programa Biota Minas.
Tal estruturação passa por um levantamento
do conhecimento sobre a biodiversidade em Minas Gerais,
acerca de aspectos científicos que sejam importantes
para dar base ao programa Biota Minas.
Através de uma consulta eletrônica, www.biodiversitas.org.br/biotaminas,
cientistas e acadêmicos têm a oportunidade
de contribuir com seus conhecimentos para a formação
deste diagnóstico, além de sugerir caminhos
e direcionamentos no que diz respeito ao fomento à
pesquisa, por exemplo.
Mais de 350 pesquisadores já se registraram
no site, todos de alto nível acadêmico.
Doutores, pós-doutores e mestres superam 70%
dos acessos até o momento.
Cerca 600 pesquisas relacionadas ao tema já
foram cadastradas, além da sugestão
de mais de 200 pesquisas a serem realizadas –
a maioria de longo prazo de duração.
As áreas temáticas específicas
compreendem: Diversidade de Vertebrados; Diversidade
de Invertebrados Terrestres; Diversidade de Organismos
Aquáticos; Diversidade Botânica; Diversidade
Microbiana; Diversidade Genética e Biotecnologia.
Grupos como os dos Invertebrados e dos Mamíferos
estão entre os que têm mais pesquisas
cadastradas.
O resultado deste esforço entre os cientistas
serão dois produtos importantes, um Banco de
Dados sobre o Status do Conhecimento e da Conservação
da Biodiversidade em Minas Gerais e uma publicação
com a indicação das demandas prioritárias
para implementação do Programa Biota
Minas. Para saber mais do Biota Minas e participar
da consulta,, entre em contato pelo endereço:
biotaminas@biodiversitas.org.br
Alguns
Números Preliminares da Consulta Ampla
do Biota Minas |
| 350
Pesquisadores Cadastrados |
| 70%
representam mestres, doutores e pós-doutores |
| 600
pesquisas registradas para as áreas temáticas
abordadas |
| 200
projetos indicados para execução
futura em Minas Gerais |
|
Divulgação
 |
 |
Notícias da UICN Sur
 |
|
Barcelona acoge el debate mundial para avanzar hacia
un mundo diverso y sostenible
El Congreso, que se celebrará en el Centro
Internacional de Convenciones del Barcelona del 5
al 14 de octubre de 2008, está considerado
como uno de los mayores y más importantes eventos
mundiales dedicado a la problemática del desarrollo
sostenible en su sentido más amplio y en esta
ocasión quiere destacar el valor de la diversidad
cultural en el reto de la sostenibilidad. Se prevé
la participación de más de 8000 destacadas
personalidades provenientes de gobiernos, organizaciones
no gubernamentales, sector privado, organismos de
Naciones Unidas, organizaciones sociales y círculos
científicos. Esta gran congregación
mundial en Barcelona trabajará para encontrar
soluciones a los desafíos que enfrenta el planeta,
que quedarán concretados en lo que se denominarán
“Los Acuerdos de Barcelona”.
Según la vicepresidenta de la UICN,
M. Purificació Canals “El congreso
pondrá en evidencia que mantener la diversidad
de culturas y sus múltiples formas de relacionarse
con la naturaleza es la base para avanzar hacia un
mundo sostenible”. Y ha añadido que “El
Congreso contará tanto con los datos y propuestas
científicas más innovadoras como con
multitud de conocimientos tradicionales de distintas
culturas, todo con el fin de plantear soluciones avanzadas
que puedan integrarse en contextos muy diversos. No
podemos hablar de sostenibilidad sin diversidad, ni
la diversidad puede mantenerse en un mundo no sostenible.”
“Barcelona es una de las ciudades más
dinámicas del mundo, y esperamos que esa energía
nutra los debates y decisiones del Congreso Mundial
de la Naturaleza,” declara Julia Marton-Lefèvre,
directora general de la UICN. “El Congreso de
Barcelona debe brindar soluciones concretas para que
el planeta se vuelva verdaderamente sostenible en
los próximos veinte años”.
Informaciones sobre el Congreso de la UICN:
www.iucn.org/congress
IUCN
La UICN, la Unión Internacional para la Conservación
de la Naturaleza, contribuye a encontrar soluciones
pragmáticas para los urgentes desafíos
ambientales y del desarrollo que enfrenta el planeta,
apoyando la investigación científica,
gestionando proyectos de campo en todo el mundo, y
reuniendo a los gobiernos, las ONG, las NU, las convenciones
internacionales y las empresas para que trabajen juntas
en el desarrollo de políticas, leyes y buenas
prácticas.
La UICN es la red ambiental de carácter global
más grande y antigua del mundo. La UICN es
una unión democrática que reúne
a más de 1000 organizaciones gubernamentales
y no gubernamentales, así como a cerca de 10.000
científicos voluntarios de más de 150
países. El trabajo de la UICN cuenta con el
apoyo de un personal compuesto por 1100 profesionales,
presentes en 62 países, y cientos de asociados
de los sectores público, no gubernamental y
privado de todo el mundo.
www.iucn.org
Associe-se à Biodiversitas
 |
 |
A luta pela preservação da
biodiversidade brasileira é a missão
da Biodiversitas há mais de quinze
anos. Neste período, atividades de
pesquisa, levantamentos biológicos
e divulgações científicas
só foram possíveis através
de convênios e doações
de pessoas físicas e empresas ecologicamente
envolvidas.
Tornando-se um sócio-contribuinte
da Biodiversitas, você irá
atuar diretamente na preservação
de espécies da fauna e da flora brasileiras
ameaçadas de extinção.
Seu apoio é fundamental para que
nosso trabalho continue gerando resultados
positivos na conservação da
biodiversidade do país.
Associando-se à Biodiversitas você
terá acesso a conteúdos exclusivos
no site, notícias sobre
os projetos desenvolvidos pela Fundação
e ainda irá ganhar brindes, participar
de promoções e muito mais.
A Biodiversitas oferece ainda uma carteirinha
personalizada que dá direito a descontos
especiais na compra dos produtos da Ecolojinha.
Acesse nossa página na Internet e
comece a contribuir para a conservação
da biodiversidade brasileira:
www.biodiversitas.org.br/socio/
|
|
Programa de Parcerias Corporativas
 |
|
O Programa de Parcerias Corporativa, criado
em Maio de 2007 pela Fundação
Biodiversitas,tem como objetivo mobilizar
a iniciativa privada em torno das ações
de conservação ambientais, o
que resulta em benefícios amplos para
toda a sociedade. Aderindo ao Programa, empresas
e instituições têm a oportunidade
de exercer sua responsabilidade sócio-ambiental,
participando, através das ações
desenvolvidas pela Biodiversitas, de um esforço
que já vem de longo tempo, para conservar
a biodiversidade brasileira. Dentre as empresas
parceiras do programa, que somam nove ao todo,
temos as seguintes:
AVG Mineração S/A;
Associação das Indústrias
de Açúcar e Álcool -
AIAA;
Companhia Siderúrgica Nacional - CSN;
Flapa Mineração e Incorporação
Ltda;
Fidens Engenharia;
Mineração J. Mendes;
MMX Minas-Rio Mineração S/A;
Rima Industrial S/A; e U & M Mineração.
Saiba mais, e associe-se:
http://www.biodiversitas.org.br/fb/ppc.asp
|
Espaço reservado à
divulgação do apoio das empresas parceiras
do Programa de Parcerias Corporativas da Fundação
Biodiversitas na Categoria "Especial Biodiversitas".
|
Fale
com a gente
:: Envie
uma notícia :: Cancele
o recebimento deste informativo
www.biodiversitas.org.br
:: comunicacao@biodiversitas.org.br
|