ANO
2 :: Nº 14 :: 29 DE JUNHO DE 2007 |
Caros Leitores,
A Fundação Biodiversitas, em cumprimento ao
convênio firmado com a Secretaria de Estado de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – SEMAD
e o Instituto Estadual de Florestas (IEF) para a revisão
das listas vermelhas da flora e fauna de Minas Gerais, acaba
de concluir a lista final contendo a relação
das espécies ameaçadas de extinção
em Minas Gerais, fornecendo-lhes um relatório completo
de todo o processo e análises preliminares dos resultados
obtidos. Não temos dúvida em afirmar que o projeto
alcançou o êxito desejado, incorporando nas análises
realizadas os critérios mais atuais para avaliação
do status de conservação das espécies,
métodos inovadores para a sistematização
de dados e uma ampla participação da comunidade
científica que atua em Minas Gerais. Além das
espécies extintas e ameaçadas de extinção
no Estado, o relatório contém ainda a indicação
das espécies 1) quase ameaçadas, uma categoria
que indica um status de conservação limiar entre
estar ou não em risco; 2) as espécies que necessitam
ter seu conhecimento ampliado, indicadas pela categoria Deficientes
em Dados; e 3) as espécies cujas avaliações
demonstraram não estarem ameaçadas no território
mineiro. Uma vez que foi consenso entre aqueles que participaram
da elaboração dos documentos, a importância
de se dar publicidade à relação das espécies
quase ameaçadas e deficientes em dados, segue um apelo
ao COPAM para que o instrumento que oficializará as
novas listas mineiras, inclua também essa informação,
direcionando políticas e recursos específicos
ao status de conservação das mesmas. Informamos
ainda que o relatório já se encontra disponível
para download
no site da Biodiversitas e, por fim, agradecemos a todos que
contribuíram para o sucesso do projeto e ficamos na
expectativa de novos planejamentos para a conservação
da biodiversidade mineira.
Gláucia Moreira Drummond
Superintendente Técnica
Fundação Biodiversitas
O que você precisa saber
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| LISTAS
VERMELHAS ESTADUAIS:
A lista mundial de espécies ameaçadas
de extinção é feita periodicamente
pela União Mundial para a Natureza –
IUCN. No entanto, para tentar reverter o processo
de extinção através da adoção
de medidas concretas de proteção é
essencial a avaliação do declínio
regional e local, como é o caso das listas
de animais e plantas ameaçadas de extinção
no Brasil e nos estados. Quanto mais perto estivermos
das causas do declínio das espécies
nos ambientes naturais, maiores serão as chances
de uma ação concreta, pois as decisões
e medidas que levam à conservação
de determinada espécie serão tomadas
em nível dos estados e municípios. Até
1987 era atribuição exclusiva do Poder
Público Federal dar proteção
especial às espécies ameaçadas.
A Constituição de 1988, no seu artigo
24, mudou a lei, dando aos estados competência
concorrente com a União de legislar sobre a
fauna. Neste sentido, foram elaboradas a Lista da
Fauna Ameaçada de Extinção dos
Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná,
Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.
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Biota
Minas inicia compilação dos dados em agosto
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A
Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia
e Ensino Superior de Minas Gerais (SECTES/MG), em
parceria com a Fundação Biodiversitas
e financiamento da Fundação de Amparo
à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG),
inicia os trabalhos de compilação dos
dados do projeto “Diagnóstico do Conhecimento
da Biodiversidade no Estado de Minas Gerais: conservação,
uso e biotecnologia - Subsídio para o Biota
Minas”. A primeira reunião de trabalho,
marcada para o dia 8 de agosto de 2007, acontece em
Belo Horizonte e irá reunir cerca de 50 pesquisadores
que atuam em Minas Gerais.
O projeto, que tem como principal objetivo realizar
um diagnóstico do estado da arte do conhecimento
atual sobre a biodiversidade em Minas Gerais, irá
mapear o conhecimento existente nas áreas temáticas
vinculadas à conservação e uso
da biodiversidade, identificar as lacunas no conhecimento,
as demandas prioritárias para as distintas
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áreas e estruturar uma base de dados para subsidiar
a implantação do Biota Minas. As Áreas
Temáticas abordadas durante o projeto são:
Diversidade de Vertebrados; Diversidade de Invertebrados
Terrestres; Diversidade de Organismos Aquáticos;
Diversidade Botânica; Diversidade Microbiana;
Diversidade Genética; e Biotecnologia.
As informações compiladas no projeto
serão utilizadas pela SECTES/MG e FAPEMIG para
a criação do Programa Biota Minas, que
será estruturado para direcionar recursos financeiros
às prioridades indicadas pelos especialistas
e instituições de pesquisa do Estado
de Minas Gerais. “Apesar de possuir uma diversidade
biológica muito rica, o Estado de Minas Gerais
ainda desconhece ou sub-aproveita grande parte desse
patrimônio. Por isso, é de fundamental
importância o fortalecimento de grupos de trabalho,
o direcionamento das linhas de pesquisas e a canalização
de recursos financeiros para as áreas temáticas
que permeiam o conhecimento sobre a biodiversidade
e seu uso potencial”, explica a Superintendente
Técnica da Fundação Biodiversitas,
Gláucia Drummond. |
Listas
Vermelhas de Minas Gerais encaminhadas ao COPAM para
Homologação
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Até o final deste mês Fundação
Biodiversitas irá encaminhar ao Instituto Estadual
de Florestas (IEF) as versões revisadas das
listas de espécies de flora e fauna ameaçadas
de extinção em Minas Gerais. A análise
e homologação dessas listas pelo COPAM
(Conselho Estadual de Política Ambiental) as
tornarão oficiais no Estado, substituindo aquelas
em vigor desde 1995 (fauna) e 1997 (flora).
Realizado em setembro de 2006, com a participação
de 70 especialistas em botânica de diversas
instituições de pesquisa de todo o Brasil,
o Workshop de Revisão da Lista da
Flora Ameaçada de Minas Gerais possibilitou
a avaliação de 2.480 espécies
de Briófitas, Pteridófitas, Gminospermas,
Monocotiledôneas e Dicotiledôneas com
ocorrência no Estado, sendo 1.136 indicadas
para a lista vermelha nas categorias Criticamente
em Perigo (366), Em Perigo (287) e Vulnerável
(474), além de 09 já extintas. Em comparação
com a lista de plantas ameaçadas em vigor no
Estado, homologada em 1997, com 537 espécies,
houve um aumento de 111,54%.
Também realizado em setembro de 2006, o Workshop
de Revisão da Lista da Fauna Ameaçada
de Minas Gerais reuniu 80 especialistas de todo o
país. Os resultados da reunião indicaram
273 espécies sob risco de extinção
no Estado, |
classificadas nas categorias Criticamente em Perigo
(107), Em Perigo (85) e Vulnerável (81).
Uma espécie (Pteronura brasiliensis)
foi considerada Regionalmente Extinta. A lista oficial
da fauna ameaçada de extinção
em Minas Gerais em vigor até o momento, homologada
em 1995, apresenta 178 espécies, distribuídas
nos grupos Mamíferos, Aves, Répteis,
Anfíbios, Peixes e Invertebrados. Em relação
à anterior (1995), a lista proposta neste workshop
teve um crescimento de 53,9%. Na versão revisada
da lista, o grupo de aves destaca-se com o maior número
de espécies ameaçadas de extinção
(41,24%), seguido do grupo de Invertebrados (18,61%),
Peixes (17,88%), Mamíferos (16,42%), Anfíbios
(3,65%) e Répteis (2,2%). O bioma da Mata Atlântica
é o que possui um maior número de espécies
ameaçadas para a totalidade dos grupos avaliados,
seguido do Cerrado e Caatinga.
Os novos dados sobre a fauna colocam Minas Gerais
em segundo lugar em números de espécies
em situação de risco no país,
ficando atrás apenas do Estado São Paulo
(313 espécies). No entanto, além de
considerar o tamanho do território mineiro
e a grande diversidade de paisagens existentes, é
importante observar ainda que Minas Gerais é
único Estado que refez sua lista após
a elaboração da lista brasileira e que
apenas seis estados possuem este documento como subsídio
à gestão ambiental.
Saiba mais: www.biodiversitas.org.br/listas-mg
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Lançado
DVD “Do pinhão ao papagaio-charão”
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O
Projeto Charão, em parceria com a Universidade
de Passo Fundo e apoio do Fundo Nacional do Meio Ambiente
(FNMA/MMA), lançou no último dia 14
um DVD científico-didático intitulado
“Do pinhão ao papagaio-charão”.
Com o objetivo de mostrar a urgente necessidade de
preservação dos remanescentes de florestas
de araucárias do sul do Brasil, o documentário
usa o papagaio-charão (Amazona pretrei),
ave típica do Rio Grande do Sul e de Santa
Catarina como símbolo da diversidade biológica
desse ameaçado ecossistema. Após 16
anos de pesquisas e aplicação de estratégias
conservacionistas para a preservação
da Amazona pretrei, ave classificada na categoria
Vulnerável segundo a Lista da Fauna Brasileira
Ameaçada de Extinção (Machado
et al., 2005), o Projeto Charão produziu
o documentário para auxiliar as instituições
de ensino e as organizações de proteção
ao meio ambiente em suas atividades de educação
ambiental.
Saiba mais: www.upf.tche.br/charao/index.php |
Anthias
salmopunctatus reencontrado após três décadas
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Pesquisadores
da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e
da Universidade Federal do Espírito Santo
(UFES) reencontraram, após quase 30 anos,
o peixe Anthias salmopunctatus no arquipélago
de São Pedro e São Paulo (PE). A localização
de exemplares da espécie, que tem somente
6 centímetros de comprimento e possui escamas
amarelo-alaranjadas, foi descrita em artigo publicado
na revista científica "Journal of
Fish Biology". Anthias salmopunctatus
só havia sido localizado uma vez, em 1979,
quando os primeiros exemplares foram coletados e
a espécie foi descrita.
Os pesquisadores declararam, em entrevista ao site
G1, que o peixe pode ser uma das espécies
marinhas mais raras e ameaçadas do planeta.
Por isso, a idéia é acompanhar a população
de A. salmopunctatus para estimar seu número
e,
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se for o caso, classificá-lo em um nível
mais grave de risco, já que, tanto na lista
da IUCN (União Mundial para a Natureza, 2006),
quanto na Lista Brasileira da Fauna Ameaçada
de Extinção (Machado et al.,
2005), este peixe está classificado na categoria
Vulnerável.
Anthias salmopunctatus parece viver exclusivamente
em grupos de 5 a 10 indivíduos, próximos
a fendas de um paredão vertical submerso, deslocando-se
somente quando se mistura a cardumes de uma outra
espécie de peixe (Chromis multilineata),
a profundidades que vão de 35 m a 55 m. Por
isso, os pesquisadores suspeitam que A. salmopunctatus
esteja usando o chamado mimetismo social, no qual
um animal se aproveita do grande número de
espécimes presente em um grupo para mesclar-se,
discretamente, a ele. |
Lançada
lista de peixes da Mata Atlântica
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"Peixes
de Água Doce da Mata Atlântica”
é o título do livro produzido pelo Museu
de Zoologia da USP e elaborado por Naércio
Aquino Menezes, Stanley Weitzman, Osvaldo Oyakawa,
Flávio Lima, Ricardo Castro e Marilyn Weitzman,
lançado no último dia 11. A publicação,
que teve apoio financeiro da Conservação
Internacional, Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico
e Tecnológico (CNPq), vem preencher uma lacuna
no conhecimento científico sobre a fauna de
peixes da Mata Atlântica. Ao todo, são
listadas 309 espécies, sendo 250 delas endêmicas
ao bioma e aproximadamente 49 destas
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oficialmente ameaçadas de extinção.
Pioneira, a obra faz um mapeamento completo da diversidade
de peixes do ecossistema, apresenta fotos das espécies,
dados de distribuição geográfica,
papel ecológico e principais ameaças,
além de trazer avaliações e sugestões
de ações de conservação.
A publicação custa R$ 90,00 e está
à venda no Museu de Zoologia da USP (vanials@usp.br
ou pelo telefone 11-6165-8068) e na livraria Conceito
(http://www.livrariaconceito.com.br,
telefone 11-4522-1900).
Mais informações: http://www.usp.br/mz/peixes/livro.html |
Programa
de Proteção às Espécies
Ameaçadas da Mata Atlântica Brasileira
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Com
quatro editais voltados para fauna e flora lançados
até o momento, o Programa de Proteção
às Espécies Ameaçadas de Extinção
da Mata Atlântica Brasileira financia,
desde 2004, pesquisas que forneçam subsídios
para a proteção e o manejo de espécies
da flora e fauna ameaçadas desse bioma. Desenvolvido
com recursos do Fundo de Parceria para Ecossistemas
Críticos (Critical Ecosystem Partnership
Fund – CEPF) e coordenado através
da parceria entre a Fundação Biodiversitas
(BH/MG) e CEPAN (Centro de Pesquisas Ambientais do
Nordeste, Recife, PE), o Programa já
contabiliza um total de 51 projetos aprovados, contemplando
94 espécies em 13 Estados do país.
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Conheça
nesta edição os resultados do projeto
“A conservação de Liolaemus
Lutzae um lagarto endêmico das restingas, do
estado do Rio de Janeiro, ameaçado de extinção”
Liolaemus Lutzae é um lagarto que
tem distribuição restrita ao trecho
entre a restinga de Marambaia, ao sul do Estado do
Rio de Janeiro, em direção ao leste,
até Cabo Frio, ao longo de aproximadamente
200 km. Classificada como Criticamente em Perigo na
Lista da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção
(Machado et al., 2005), a espécie
vive exclusivamente em estreitas faixas de até
100 metros nas zonas de vegetação de
praias das restingas daquele Estado, sob intensa pressão
antrópica. Pouco se sabe sobre os tamanhos
relativos dos estoques populacionais e não
há confirmação das atuais áreas
de ocorrência
ao longo de sua distribuição geográfica. |
Diante desse cenário, o projeto “A conservação
de Liolaemus Lutzae um lagarto endêmico
das restingas, do estado do Rio de Janeiro, ameaçado
de extinção”, aprovado no Edital
02/2004 do PEA, tem como objetivo mapear a distribuição
geográfica de L. Lutzae, levantar
estimativas dos estoques populacionais e verificar
o status de conservação do
hábitat. “Embora já existam informações
sobre a ecologia da espécie, as principais
restrições para permitir sua conservação
estão na falta de reunião desses dados
para facilitar a manutenção das populações
remanescentes, no desconhecimento sobre o estado atual
das populações e na falta de propostas
de programas de recomposição de hábitat”,
explicou Carlos Eduardo Duarte da Rocha, responsável
técnico pelo projeto, na proposta de apresentação
do estudo.
A partir das informações geradas, a
equipe comandada por Duarte pretende elaborar um projeto
de recomposição do hábitat da
espécie que seja aplicável às
suas áreas de ocorrência para viabilizar
a recuperação populacional de L.
Lutzae. Além desta ação,
estão previstas ainda a elaboração
de um banco de referências bibliográficas
sobre a espécie e uma publicação
técnica.
Até o momento, o estudo detectou a erradicação
de L. Lutzae em pelo menos quatro áreas
nas quais ocorria, o que será confirmado em
uma nova checagem. As fontes de degradação
do hábitat da espécie variaram consistentemente
entre as restingas, mas as mais comuns foram a remoção
da vegetação de praia para construção
de casas, vias litorâneas e/ou calçadas,
pisoteio de vegetação, tráfego
de veículos e acúmulo de lixo. “Se
ações de conservação não
forem implementadas urgentemente, a simultânea
perda de populações em muitas áreas
ao longo de sua distribuição levará
ao risco de desaparecimento da espécie em um
futuro próximo”, alertam os técnicos
do projeto em seu mais recente relatório parcial. |
Notícias da UICN Sur
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* A coluna “Notícias da UICN Sur”
é publicada em todas as edições
do informativo eletrônico Espécies Ameaçadas
Online e traz matérias enviadas pelo
escritório regional da América do Sul,
em Quito, Equador.
CITES : más claridad en los vínculos
entre comercio de especies y medios de vida
Después de dos semanas de discusión
y negociaciones, la 14ta. Reunión de la Conferencia
de las Partes de CITES cerró el viernes pasado
con varias decisiones importantes para el manejo del
comercio internacional de especies amenazadas. En
particular, las referentes a grandes felinos silvestres
y tigres y el consenso africano sobre el comercio
del marfil y otros productos de los elefantes. Adicionalmente,
las Partes acordaron regular el comercio de especies
como los peces sierra, la anguila europea y especies
maderables el Pau Brasil. "Una vez más,
la conferencia resaltó el papel que cumple
la CITES en la conservación de las especies
sujetas al comercio internacional, regulándolo",
dijo Sue Mainka, Jefa de Delegación de la Unión
Mundial para la Naturaleza. "Felicitamos, además,
el reconocimiento creciente de las
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Partes de las conexiones existentes entre el comercio
de especies y otros temas, tales como: gobernanza
efectiva, reducción de la pobreza y medios
de vida sostenibles", aseguró Mainka.
Visión estratégica 2008-2013
El resultado principal de la COP14, fue la Visión
Estratégica 2008-2013 de la CITES, esencialmente
la planificación para acciones de la convención
en los próximos seis años. Esta visión
fue adoptada en consenso por las Partes, como el mayor
avance de la convención, que explica con detenimiento
sus objetivos y presenta mecanismos una medición
clara del progreso hacia el cumplimiento de sus logros.
La UICN apoyó la adopción de esta visión,
aunque anotó que el presupuesto de la CITES
no cubre todavía de manera completa las ambiciones
definidas en este plan. Satisfacer el potencial verdadero
de la CITES requerirá un levantamiento de fondos
adicional y mayores esfuerzos.
Mayor información:
http://www.iucn.org/themes/ssc/our_work/wildlife_trade/
citescop14/index_cites_2007.htm |
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Programa de Parcerias Corporativas
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No último mês de maio, a Fundação
Biodiversitas lançou em Belo Horizonte (MG)
seu Programa de Parcerias Corporativas. A iniciativa
visa uma maior articulação com a iniciativa
privada fortalecendo a implementação
de ações que visem a conservação
dos recursos naturais, o desenvolvimento econômico
ambientalmente sustentável, e que contribuam
para o bem estar comum da sociedade.
Saiba mais: http://www.biodiversitas.org.br/fb/ppc.asp |
Associe-se à Biodiversitas
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A
luta pela preservação da biodiversidade brasileira
é a missão da Biodiversitas há mais de
quinze anos. Neste período, atividades de pesquisa,
levantamentos biológicos e divulgações
científicas só foram possíveis através
de convênios e doações de pessoas físicas
e empresas ecologicamente envolvidas.
Tornando-se um sócio-contribuinte da Biodiversitas,
você irá atuar diretamente na preservação
de espécies da fauna e da flora brasileiras ameaçadas
de extinção. Seu apoio é fundamental
para que nosso trabalho continue gerando resultados positivos
na conservação da biodiversidade do país.
Associando-se à Biodiversitas você terá
acesso a conteúdos exclusivos no site, notícias
sobre os projetos desenvolvidos pela Fundação
e ainda irá ganhar brindes, participar de promoções
e muito mais. A Biodiversitas oferece ainda uma carteirinha
personalizada que dá direito a descontos especiais
na compra dos produtos da Ecolojinha.
Acesse nossa página na Internet e comece a contribuir
para a conservação da biodiversidade brasileira:
www.biodiversitas.org.br/socio/
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