ANO
2 :: Nº 15 :: 31 DE JULHO DE 2007 |
Caros Leitores,
Na próxima quarta-feira, dia 8 de agosto, a Fundação
Biodiversitas em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência,
Tecnologia e Ensino Superior (SECTES) estará realizando
a primeira reunião do Projeto BiotaMinas. O objetivo
primordial desse Projeto, que tem o financiamento da FAPEMIG,
é realizar um diagnóstico do estado da arte
do conhecimento atual sobre a biodiversidade em Minas Gerais,
mapear o conhecimento existente nas áreas temáticas
vinculadas à conservação e uso da biodiversidade
e identificar as demandas prioritárias para as distintas
áreas do conhecimento, estruturando, por fim, um modelo
para a implantação do BiotaMinas. Desse modo,
a SECTES e a FAPEMIG passam a ter subsídios para o
planejamento dos investimentos em pesquisas em Minas Gerais,
incrementando o desenvolvimento da ciência aliado ao
fornecimento de subsídios técnicos para o planejamento
da gestão ambiental no Estado. A primeira reunião
contará com a participação um grupo restrito
de pesquisadores, mas a nossa meta é atingir a participação
do máximo de instituições e especialistas
que atuam em Minas Gerais. Assim, concluída essa etapa,
iniciaremos esses contatos que trarão as orientações
sobre como contribuir com o processo. Antecipo que a participação
de todos os nossos habituais parceiros será muito bem
recebida, de modo que o diagnóstico retrate um quadro
convergente sobre as urgências das pesquisas e estratégias
para a conservação da biodiversidade em Minas
Gerais. Na oportunidade, agradecemos também o apoio
do Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas
Gerais e da Federação das Indústrias
do Estado de Minas Gerais que ofereceram a infra-estrutura
para a realização desse primeiro evento.
Gláucia Moreira Drummond
Superintendente Técnica
Fundação Biodiversitas
O que você precisa saber
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Unidade de Conservação:
espaço territorial e seus recursos ambientais,
incluindo as águas jurisdicionais, com características
naturais relevantes, legalmente instituído
pelo Poder Público com objetivos de conservação
e limites definidos, sob regime especial de administração
ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção
(SNUC, Lei 9985/2000).
Unidades de Proteção Integral:
o objetivo básico das unidades classificadas
nessa categoria de manejo é preservar a natureza,
sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos
naturais.
Unidades de Uso Sustentável:
as unidades incluídas nessa categoria têm
como objetivo compatibilizar a conservação
da natureza com o uso sustentável de parcela
de seus recursos naturais.
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Fundação
Biodiversitas anuncia crescimento da população
da arara-azul-de-lear
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Uma
das espécies de aves mais ameaçadas
e menos conhecidas do mundo, a arara-azul-de-lear
(Anodorhynchus leari) teve sua população
elevada para cerca de 750 indivíduos nos últimos
20 anos. Personagem constante nas listas vermelhas
nacional (MMA, 2003) e mundial (IUCN, 2006), a ave
tem como uma de suas fortes aliadas a Fundação
Biodiversitas e seus apoiadores, através do
trabalho que vem sendo desenvolvido na Estação
Biológica de Canudos (EBC), no município
de Canudos, na Bahia. Cravada na caatinga baiana,
a área de propriedade da Fundação
Biodiversitas abriga os paredões que servem
de dormitório e área de reprodução
para a espécie.
Ampliada no último mês de maio para 1.477
hectares com o apoio ABC (American Bird Conservancy),
a EBC existe desde 1993, quando dispunha de somente
100 hectares. “A Estação Biológica
de Canudos é uma das duas únicas regiões
de reprodução e dormitório
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da
arara. A outra é Raso da Catarina, a 80 km
de Canudos”, explica o biólogo Eduardo
Figueiredo, consultor da Biodiversitas para a EBC.
A Fundação iniciou os trabalhos de monitoramento
da arara e de educação ambiental na
região em 1989, antes mesmo de adquirir a área
da reserva. Tendo a americana Judith Hart como a principal
entusiasta e mantenedora desse projeto, a recente
parceria com a ABC representa um futuro ainda mais
promissor para a espécie. Mesmo assim, os especialistas
alertam que, apesar do crescimento da população,
a espécie ainda corre grande risco de desaparecimento,
principalmente devido ao tráfico de animais.
“Apesar do aumento, o número de indivíduos
ainda é pequeno para assegurar a sobrevivência
da espécie em longo prazo, perigo corroborado
ainda pelo reduzida área de distribuição
da espécie e baixa disponibilidade do licuri
– principal item da sua dieta alimentar.”,
explica a superintendente técnica da Biodiversitas,
Gláucia Drummond.
Saiba mais: www.biodiversitas.org.br
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Grupo
de langures-da-canela-cinza encontrado no Vietnã
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Cientistas da WWF e da Conservation International
encontraram uma colônia de 116 langures-da-canela-cinza
(Pygathrix cinerea) no município de
Que Phuoc, na província central de Quang Nam,
no Vietnã. Ameaçada de extinção,
a espécie está entre os 25 primatas
mais ameaçados do planeta, com população
estimada de menos de mil indivíduos.
A descoberta é uma esperança para a
sobrevivência da espécie. Como somente
parte da região foi monitorada, estima-se que
possa haver cerca de 180 langures-da-canela-cinza
em uma área florestal próxima. Em declaração
à imprensa, o cientista da WWF, Barney Long,
explicou que é muito raro encontrar um grupo
desse tamanho em uma área pequena, em particular
quando se trata de uma espécie em processo
de extinção. “Isso indica que
o grupo não foi afetado pela caça, como
os demais grupos conhecidos da espécie",
explicou.
(Fonte: Folha Online)
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Esperança
para o tigre-da-China
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Conhecida
pelos nomes comuns tigre-da-China, tigre-do-sul-da-China,
ou tigre-de-Amoy, a espécie Panthera tigris
amoyensis, considerada extinta no país
asiático, teve diversos exemplares avistados
por camponeses da Província central de Shaanxi.
Os trabalhadores descobriram um grande exemplar de
mais de 2 m no mês de junho, o que chamou a
atenção de especialistas. Liderada pelo
professor Liu Shifeng, uma equipe de 30 zoólogos
rastreou as florestas dos distritos de Zhenping e
Pingli desde então.
O grupo assegura ter achado vestígios destes
animais, dos quais apenas 68 exemplares sobrevivem
em cativeiro e menos de 30 em liberdade na China.
"Vimos suas pegadas, ouvimos seus rugidos e falamos
com os camponeses que os viram", assegurou Shifeng.
As pegadas encontradas, de 15 cm de comprimento e
largura com intervalos de um metro, não poderiam
ser de leopardos ou outros felinos da região.
De acordo com especialistas, o tigre-de-Amoy, que
se caracteriza por seu pêlo laranja, é
a mais primitiva de todas as subespécies conhecidas.
Ele pode chegar a medir 2,45 m de comprimento e pesar
170 quilos. A espécie vivia originalmente nas
florestas úmidas do sul e leste da China (Províncias
de Cantão, Guangxi Zhuang, Hunan e Jiangxi)
e foi considerada pelo ex-líder comunista Mao
Tsé-tung uma das "pragas" a serem
exterminadas em 1959 - quando ainda existiam 4.000
exemplares no país - em prol do desenvolvimento
da agricultura. A espécie foi considerada extinta
em 1994, ano em que especialistas do Zoológico
de Cantão começaram a preservar suas
células para evitar seu desaparecimento.
(Fonte: Folha Online)
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Ameaça
ao Parque Nacional da Serra da Canastra é também
ameaça às espécies da fauna e flora
brasileiras
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Em
apoio à ação da Rede Nacional
Pró-Unidades de Conservação
em favor da manutenção da área
total do Parque Nacional da Serra da Canastra, a
Fundação Biodiversitas utiliza este
espaço de divulgação para reproduzir
carta encaminhada pela organização
este mês:
“Pedimos a colaboração e adesão
imediata de todas as instituições-membro
da Rede Nacional Pró Unidades de Conservação,
na ação em favor do Parque Nacional
da Serra da Canastra.
Para aqueles que não participaram do V Congresso
Brasileiro
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de
Unidades de Conservação e não
puderam estar a par da ação promovida
pela Rede durante o evento, informamos que o direcionamento
das ações em prol do Parque Nacional
da Serra da Canastra decorreu do perigo imediato de
redução da área do Parque em
48,000 hectares, conforme Projeto de Lei (PL 1448/2007)
em tramitação na Câmara dos Deputados.
Diante da ameaça iminente, a Rede Nacional
Pró Unidades de Conservação está
lançando em seu site, a campanha pela “manutenção
da área original do Parque Nacional da Serra
da Canastra”, e pede que todas as suas instituições
membro colaborem, disponibilizando essa informação
em seu site e principalmente solicitando aos seus
associados, participantes e ao maior número
possível de contatos, que façam parte
dessa ação, assinando a encaminhando
o documento disponível no site da Rede, através
do link www.redeprouc.org.br/canastra.asp |
Programa
de Proteção às Espécies
Ameaçadas da Mata Atlântica Brasileira
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Com
quatro editais voltados para fauna e flora lançados
até o momento, o Programa de Proteção
às Espécies Ameaçadas de Extinção
da Mata Atlântica Brasileira financia,
desde 2004, pesquisas que forneçam subsídios
para a proteção e o manejo de espécies
da flora e fauna ameaçadas desse bioma. Desenvolvido
com recursos do Fundo de Parceria para Ecossistemas
Críticos (Critical Ecosystem Partnership
Fund – CEPF) e coordenado através
da parceria entre a Fundação Biodiversitas
(BH/MG) e CEPAN (Centro de Pesquisas Ambientais do
Nordeste, Recife, PE), o Programa já
contabiliza um total de 51 projetos aprovados, contemplando
94 espécies em 13 Estados do país.
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Cebus
xanthosternos
Foto: Fabiano Rodrigues
de Melo |
Conheça nesta edição os
resultados do projeto “Ecologia do macaco-prego-do-peito-amarelo
(Cebus xanthosternos) em fragmentos de Mata
Atlântica na região Sul da Bahia”.
Aprovado no Edital 01/2005, o projeto “Ecologia
do macaco-prego-do-peito-amarelo (Cebus xanthosternos)
em fragmentos de Mata Atlântica na região
Sul da Bahia” é desenvolvido na Reserva
Biológica de Una e em uma área particular
vizinha ao Parque Estadual do Conduru, ambas no Estado
da Bahia. Criticamente em Perigo, segundo as listas
da IUCN de 2004 e brasileira (MMA, 2003), o macaco-prego-do-peito-amarelo
figura entre os primatas neotropicais mais ameaçados
do mundo, principalmente devido à destruição
de seu hábitat, à pressão da
caça e ao tráfico. Com porte médio
de 3 kg, o C. xanthosternos é o primata
mais caçado em sua região de distribuição
e freqüentemente é mantido como animal
de estimação por moradores locais.
A distribuição original da espécie
compreendia, além da Bahia, Sergipe e o norte
de Minas Gerais, estando limitada pelo rio São
Francisco, ao norte, e pelo rio Jequitinhonha, ao
sul. Atualmente, na Bahia, as populações
de macacos-prego-do-peito-amarelo estão restritas
a poucas e pequenas áreas degradadas, em sua
maioria dentro de propriedades particulares. “A
fragmentação e o isolamento |
das populações de C. xanthosternos,
tornam-nas pequenas demais para serem ecologicamente
viáveis em longo prazo, especialmente com a
crescente pressão antrópica”,
explicou o responsável técnico pelo
estudo, Gustavo Rodrigues Canale, no relatório
técnico do Projeto.
Com este estudo, espera-se levantar informações
como o entendimento da estrutura e da organização
social, da ecologia alimentar e do uso do espaço,
que servirão para aumentar os índices
de sucesso no manejo das populações
remanescentes de C. xanthosternos. “A
identificação de ameaças e soluções
de manejo para populações isoladas podem
ser feitas com maior eficácia se compreendermos
melhor a relação dos animais com o hábitat”,
explica Canale.
Dentro das Unidades de Conservação cobertas
por este projeto, as áreas de estudo foram
trilhadas, mapeadas, georreferenciadas e, atualmente,
as trilhas cobrem área total de aproximadamente
2.000 hectares. Ao todo, dois grupos estão
sendo monitorados. “Uma variedade de informações
está sendo registrada sistematicamente durante
cada amostra, incluindo a identidade do indivíduo
e seus comportamentos, como locomover, descansar,
alimentar, forragear e interagir socialmente. O substrato,
bem como, o tipo de hábitat utilizado - brejo,
capoeira, mata primaria, etc. - são anotados
durante cada amostra”, explicou Gustavo Canale.
O pesquisador completa explicando que somente através
dessas informações torna-se possível
desenvolver ações para preservação
da espécie. “Para o delineamento de estratégias
visando a conservação de espécies
ameaçadas é de extrema importância
a realização de um levantamento para
a identificação das populações
remanescentes, um diagnóstico do estado de
preservação dessas populações
e a identificação dos fatores que estão
afetando e, conseqüentemente, ameaçando
estas populações”.
Os resultados preliminares dos estudos na Reserva
Biológica de Una, mostram que a média
das distâncias percorridas diariamente pelo
grupo monitorado foi de 2.250 m e a área de
uso abrange 872 hectares. Compondo a dieta da espécie,
frutos variados, incluindo espécies exóticas.
Já na RPPN Capitão, área com
intenso registro de caça, durante os treze
meses de habituação (Set/05 –
Out/06), foi registrada a movimentação
do grupo em uma área de 402 hectares, uma área
grande se comparada a outros estudos que registram
de 161 a 260 hectares usados em períodos de
um ano. A expectativa é que, na conclusão
do projeto, seja possível planejar estratégias
efetivas de conservação do macaco-prego-do-peito-amarelo. |
Notícias da UICN Sur
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* A coluna “Notícias da UICN Sur”
é publicada em todas as edições
do informativo eletrônico Espécies Ameaçadas
Online e traz matérias enviadas pelo
escritório regional da América do Sul,
em Quito, Equador.
Reservas privadas: ejemplos de Colombia y
Honduras
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El
número de reservas privadas en América
Latina está creciendo, aunque en condiciones
diferentes.
Pedro Moreno, representante de la
Asociación Red Colombiana de Reservas Naturales
de la Sociedad Civil en Colombia, asegura que desde
el I Congreso Latinoamericano de Parques, realizado
en Santa Marta hace 10 años, los propietarios
privados se han organizado y han mostrado su complementariedad.
“Nuestro granito de arena lo ponemos aplicando
esquemas de producción amigables con la naturaleza
y apostando a modelos de participación ciudadana,
para que nuestras pequeñas propiedades sean
importantes dentro de las unidades de paisaje”,
afirma. En Colombia, la organización de Moreno
aglutina a 400 propietarios pequeños, medianos
y grandes, con un total de 64 mil hectáreas.
En ese país existen, además, 22 organizaciones
más de campesinos que se han organizado y tienen
redes propias de conservación. “Eso sí
es significativo, porque aunque sean pocos, su trabajo
tiene un efecto muy importante: genera procesos de
liderazgo que ayudan a conservar grandes extensiones”,
dice. Un ejemplo concreto, recuerda, es el del Valle
del Cauca, donde hay una organización que cuenta
con el liderazgo de 70 campesinos protege aproximadamente
200 mil hectáreas de la serranía de
Paraguas. “Ellos en su conjunto no suman más
de dos mil hectáreas, pero su liderazgo, su
acción y su participación han generado
en mucha más gente un sentido de pertenencia
y de conciencia de conservación”, resalta.
En Mesoamérica, con excepción de Costa
Rica y Guatemala, no ha habido un apoyo mayor a la
conservación privada, asegura Manuel
José Rey, de la Red Hondureña
de Reservas Naturales Privadas.
“Si bien, en Honduras el Estado impulsó
en 1999 la creación de una red de reservas
naturales privadas, nunca brindó incentivos
reales. El pago por servicios ambientales no ha sido
regulado. Los propietarios privados están siendo
invadidos por las mismas instancias de gobierno para
la asignación de tierras”, asegura.
Los propietarios se han apoyado en organismos de cooperación
internacional de manera directa, señala.
Este experto menciona tres logros concretos de la
conservación privada en Honduras:
1 - El diseño de una metodología
para la caracterización biofísica y
de potencialidades de las reservas, lo que permite
a los propietarios asegurar recursos y mejorar su
gestión.
2 - El desarollo de actividades
de ecoturismo.
3 - El logro de una decisión
de gobierno, en enero de 2006, de asignar el 1% del
presupuesto a la reforestación del país,
recursos a los que propietarios privados han podido
acceder sistemáticamente.
Rey destaca el hecho de que los Gobiernos actuales
en Latinoamérica están asumiendo una
posición más positiva respecto a la
conservación privada. Cree que durante el II
Congreso Latinoamericano de Parques, en Bariloche,
deberían discutirse temas como la gobernanza,
el papel complementario y la experiencia de la conservación
privada. |
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Programa de Parcerias Corporativas
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A Fundação Biodiversitas lançou
recentemente seu Programa de Parcerias Corporativas.
A iniciativa visa a articulação entre
organizações governamentais, não-governamentais
e a iniciativa privada como mecanismo para a implementação
de ações que visem a conservação
dos recursos naturais, o desenvolvimento econômico
ambientalmente sustentável, e que contribuam
para o bem estar comum da sociedade.
Saiba mais: http://www.biodiversitas.org.br/fb/ppc.asp |
Associe-se à Biodiversitas
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A
luta pela preservação da biodiversidade brasileira
é a missão da Biodiversitas há mais de
quinze anos. Neste período, atividades de pesquisa,
levantamentos biológicos e divulgações
científicas só foram possíveis através
de convênios e doações de pessoas físicas
e empresas ecologicamente envolvidas.
Tornando-se um sócio-contribuinte da Biodiversitas,
você irá atuar diretamente na preservação
de espécies da fauna e da flora brasileiras ameaçadas
de extinção. Seu apoio é fundamental
para que nosso trabalho continue gerando resultados positivos
na conservação da biodiversidade do país.
Associando-se à Biodiversitas você terá
acesso a conteúdos exclusivos no site, notícias
sobre os projetos desenvolvidos pela Fundação
e ainda irá ganhar brindes, participar de promoções
e muito mais. A Biodiversitas oferece ainda uma carteirinha
personalizada que dá direito a descontos especiais
na compra dos produtos da Ecolojinha.
Acesse nossa página na Internet e comece a contribuir
para a conservação da biodiversidade brasileira:
www.biodiversitas.org.br/socio/
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