ANO 1 :: Nº 5:: 26 DE SETEMBRO DE 2006

Este mês, com a realização de dois workshops técnicos para a revisão das listas de espécies da fauna e flora ameaçadas de Minas Gerais, em um prazo de 15 dias, foi de intenso trabalho para a Fundação Biodiversitas. Ao mesmo tempo, os resultados aferidos dessas ações nos permitem afirmar que o esforço valeu a pena. Se por um lado, conforme irá conferir no conteúdo desse Boletim, o número de espécies em risco de extinção aumentou no Estado, tivemos também conquistas para as quais merecemos chamar a atenção. Uma delas diz respeito ao significativo aumento de conhecimento sobre um grande número de espécies nos últimos dez anos, o que atribuímos a uma maior disponibilidade de linhas de financiamento para a promoção de pesquisas científicas, assim como a um maior número de profissionais sendo formados na área de biologia da conservação. Outro dado bastante positivo, quando medimos o número de especialistas que participaram das etapas de avaliação das espécies, não menos que 280, é que os resultados das listas vermelhas tendem a traduzir uma situação bastante precisa do estado de conservação das espécies. O que é fundamental para a confiabilidade e aplicabilidade da ferramenta. Outro aspecto que facilitou os trabalhos em Minas Gerais foi o fato de podermos contar com avaliações recentes sobre a fauna e flora do país, o que reforça a importância das revisões periódicas das listas vermelhas e permite a integração das políticas de conservação em diferentes escalas. Contudo, não podemos deixar de nos preocupar com a situação de conservação da nossa fauna e flora que será apresentada aos gestores e à sociedade. Precisamos agora partir urgentemente para ações mais práticas que permitam que o quadro de ameaça atestado seja revertido e esperamos o empenho real de quem é de direito, para que isso aconteça. De outro modo, será uma grande frustração para os cientistas, que emprestam seu conhecimento para a elaboração das listas vermelhas, assim como para os ambientalistas que vêm pregando a relevância desse documento. Por último, quem teve a oportunidade de receber os números anteriores desse Boletim irá se recordar dos apelos que fizemos para que a consulta aos bancos de dados desses projetos fosse realizada. Pois, agora, agradeço a todos que contribuíram com o processo, permitindo que alcançássemos e até superássemos as metas que nos propusemos. Assim, dessa vez, os agradecimentos institucionais são especiais para toda a comunidade científica parceira das listas!

Gláucia Moreira Drummond
Superintendente Técnica
Fundação Biodiversitas

O que você precisa saber:

Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB): - “A CDB, que representa um compromisso legal, foi o primeiro acordo mundial sobre a conservação e uso sustentável de todos os componentes da biodiversidade, incluindo recursos genéticos, espécies e ecossistemas. Foi também o primeiro a definir biodiversidade no contexto de questões sociais e econômicas além de outras questões ambientais. A Convenção entrou em vigor em 1993 e, atualmente, tem 188 Partes (187 governos nacionais e uma organização de integração econômica regional) refletindo praticamente uma participação universal. Ao ratificarem a convenção, as Partes comprometeram-se, em termos gerais, a implementar medidas nacionais e internacionais com o propósito de alcançar três objetivos explícitos: a conservação da diversidade biológica, o uso sustentável de seus componentes; e a repartição eqüitativa dos benefícios resultantes do uso de recursos genéticos”. (MMA, dezembro de 2005).

Artigo 8 - O Artigo 8 da CDB estabelece uma estrutura abrangente para a conservação in-situ, ou seja, a conservação de ecossistemas e habitats naturais e a manutenção e recuperação de populações viáveis de espécies em seus ambientes naturais. O Artigo prevê, ainda, que o processo de planejamento nacional para a biodiversidade das Partes deve incluir a avaliação da medida em que, atualmente, são consideradas as seguintes questões: Áreas protegidas; Regulamentação e gerenciamento de recursos biológicos; Regulamentação e gerenciamento de atividades; Recuperação e restauração; Espécies Exóticas; organismos vivos modificados; e Conhecimentos, inovações e práticas tradicionais.

Workshop indica 1.145 espécies da flora de Minas Gerais para a lista vermelha do estado

Schizaea poeppigiana
Foto: Alexandre Salino

Realizado entre os dias 30 de agosto e 02 de setembro de 2006, o Workshop de Revisão da Lista da Flora Ameaçada de Minas Gerais reuniu, em Belo Horizonte, 70 especialistas em botânica de diversas instituições de pesquisa de todo o Brasil. O projeto de revisão da lista teve a coordenação da Fundação Biodiversitas, em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) e Instituto Estadual de Florestas (IEF), e patrocínio da Votorantim Metais.


No total, foram avaliadas 2.767 espécies de Briófitas, Pteridófitas, Gminospermas, Monocotiledôneas e Dicotiledôneas com ocorrência no estado, sendo 1.145 indicadas para a lista vermelha nas categorias Criticamente em Perigo (368), Em Perigo (288) e Vulnerável (480), além de 09 já extintas.

Esta lista final será encaminhada ao Conselho Estadual de Política Ambiental (COPAM), para análise e homologação, o que a tornará oficial em Minas Gerais.

Em comparação com a lista em vigor no Estado, homologada em 1997 com 537 espécies, houve um aumento de 110%. “O aumento do número de espécies em situação de ameaça pode ser atribuído a diversos fatores, entre eles a adoção de novos parâmetros de avaliação do risco de extinção. Contudo, para as espécies consideradas ameaçadas a destruição de hábitats, comércio ilegal e coletas predatórias, continuam tendo um peso determinante em seu status de conservação. E, considerando que os novos critérios utilizados são mais rigorosos do que os adotados em 1995, podemos dizer que o aumento no número de espécies ameaçadas é uma realidade”, explica a Superintendente Técnica da Fundação Biodiversitas, Gláucia Drummond. O Coordenador do Centro de Dados da instituição, Cássio Soares Martins, completa afirmando que, nos últimos anos, pelo menos 200 novas espécies foram descritas no Estado. “Para se ter uma idéia, na década passada foram avaliadas apenas três espécies de samambaias e, nesta revisão, foram mais de 100, pois em 1997 não tínhamos essa disponibilidade de informações como agora”,diz. Das espécies em situação crítica de ameaça (CR), o grupo de monocotiledôneas se destaca, com 151 plantas, seguido pelas dicotiledôneas, com 141, Pteridófitas, com 75 espécies, e Briófitas, com uma.

Saiba mais: www.biodiversitas.org.br/listasmg



Workshop de revisão da Lista da Fauna Ameaçada de Minas Gerais avalia todos os vertebrados com ocorrência no estado e indica 273 espécies ameaçadas

Terminou no último dia 15 em Belo Horizonte o Workshop de Revisão da Lista da Fauna Ameaçada de Minas Gerais. O evento reuniu 80 especialistas de todo o país e foi realizado pela Fundação Biodiversitas, em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) e Instituto Estadual de Florestas (IEF), e patrocínio da Votorantim Metais.

Marcando a fase final do projeto de revisão da lista, o workshop promoveu a discussão sobre as propostas feitas pelos especialistas durante a etapa de Consulta Ampla, na qual foram incluídas em um banco de dados online informações sobre um total de 2.459 espécies com ocorrência no estado.

Alouatta guariba clamitans
Foto: João Marcos Rosa

O resultado é uma lista que será encaminhada ao Conselho Estadual de Política Ambiental (COPAM) para homologação, com 273 espécies classificadas nas categorias Criticamente em Perigo (107), Em Perigo (85) e Vulnerável (81).

De maneira inédita, esse trabalho foi conduzido de modo a se obter uma avaliação da situação de conservação de todos os vertebrados que ocorrem em território mineiro. Para os invertebrados, apenas para as abelhas foi possível a aplicação desse procedimento. Desse modo, os números da nova lista do Estado indica qual o percentual da sua biodiversidade está ameaçado, provendo assim, aos tomadores de decisão, uma ferramenta refinada para direcionar os investimentos em conservação.

A lista oficial da fauna ameaçada de extinção em Minas Gerais em vigor até o momento, homologada em 1995, apresenta 178 espécies, distribuídas nos grupos Mamíferos, Aves, Répteis, Anfíbios, Peixes e Invertebrados. A lista proposta neste workshop, em relação à anterior (1995), teve um crescimento de 53,9%. Para sua revisão, cerca de 131 especialistas, de 70 instituições de pesquisa contribuíram previamente na elaboração de um banco de dados online sobre as espécies. Do workshop (12 a 15/09/06), participaram 80 especialistas de cerca de 40 instituições de todo o Brasil.

Resultados - O grupo de aves se destaca com o maior número de espécies ameaçadas de extinção (41%), seguido do grupo de invertebrados (18,61%), Peixes (17,88%), Mamíferos (16,42%), Anfíbios (3,65%) e Répteis (2,19%). O bioma da Mata Atlântica é o que possui um maior número de espécies ameaçadas (52%) para a totalidade dos grupos avaliados, seguido do Cerrado (25%) e Caatinga (4%). Os novos dados colocam Minas Gerais em segundo lugar em números de espécies em situação de risco no país, ficando atrás apenas do estado São Paulo (313 espécies). No entanto, além de considerar o tamanho do território mineiro e a grande diversidade de paisagens existentes, é importante observar que Minas Gerais é único estado que refez sua lista após a elaboração da lista brasileira.

Diante dos resultados, o Coordenador do Centro de Dados da Biodiversitas, Cássio Soares Martins, indica as ações recomendadas para que a situação seja revertida: “Após a avaliação realizada no workshop, o que se recomenda é a criação de unidades de conservação de proteção integral, a melhoria da fiscalização, a contenção da destruição de ambientes e desmatamentos, a busca por alternativas de geração de energia que favoreçam a diminuição da transformação dos ambientes dos rios, assim como a diminuição da poluição dos ambientes aquáticos, o controle de espécies exóticas invasoras e, paralelamente a todas essas ações, a continuidade e fortalecimento da pesquisa científica”, explica.


Saiba mais: www.biodiversitas.org.br/listasmg


As monocotiledôneas na Lista de Espécies da Flora Brasileira Ameaçada de Extinção

Dando seqüência à série de análises sobre a Lista da Flora Brasileira, conforme lista resultante do workshop realizado em junho/2005, ainda não oficializada no país, a Biodiversitas apresenta nesta edição a análise do botânico Paulo Takeo Sano, da USP, para o grupo de monocotiledôneas:

         Entre as monocotiledôneas, 402 espécies constam na lista de ameaçadas. Destas, 230 são referidas como Vulneráveis (VU), 81 encontram-se Em Perigo de extinção (EN) e 91 estão Criticamente em Perigo (CR). A lista final conta ainda com três espécies Extintas na Natureza (EW), pertencentes à família Bromeliaceae e conhecidas hoje somente em cultivo, além de uma espécie Extinta (EX), Actinocephalus cipoensis, pertencente à família Eriocaulaceae, para a qual não existem registros de coleta de indivíduos nos últimos noventa anos.

         As duas famílias que apresentam maior número de espécies ameaçadas são Bromeliaceae, com 164, e Orchidaceae, com 70, respectivamente. Nos dois casos, as principais ameaças decorrem da degradação do hábitat em que ocorrem seus representantes - a maioria habita a Floresta Atlântica – e da pressão de coleta extrativista com fins ornamentais. Em Orchidaceae, a pressão de coleta recai sobre as espécies com flores raras ou atraentes. Existe, portanto, forte pressão sobre um número relativamente restrito de espécies. Situação diferente ocorre em Bromeliaceae. Nessa família, as plantas são procuradas não pelas flores propriamente, mas principalmente pelo caráter ornamental das folhas, o que leva à pressão sobre uma quantidade maior de espécies. Isso explica a diferença no número de ameaçadas de cada família.
         
         O registro de 402 espécies de monocotiledôneas na lista de ameaçadas da flora brasileira, em contraposição às 35 espécies do mesmo grupo constantes na lista de 1992, representa um acréscimo de mais de dez vezes no número de espécies ameaçadas. Esse acréscimo é reflexo do uso de uma metodologia mais objetiva para aferição do estado de conservação dos táxons, aliada ao esforço de um número muito maior de especialistas contribuindo com seus dados. Não obstante, dois aspectos ainda chamam a atenção: o grande número de espécies com dados deficientes (para as quais faltam informações básicas que permitam um julgamento mais objetivo), e a lacuna significativa que pode ser verificada na lista, referente às famílias que possuem maior riqueza na região norte do país, sobretudo as que habitam a Floresta Amazônica. Poucos representantes – e em alguns casos, nenhum - dessas famílias estão listados. Essa ausência decorre muito mais da quase total falta de informações sobre esses grupos do que da ausência propriamente dita de ameaças. Nesse contexto, a lista serve também como um indicativo da necessidade tanto de pesquisas mais intensivas e extensivas na região, quanto da formação de especialistas nesses grupos.


Programa de Proteção às Espécies Ameaçadas da Mata Atlântica Brasileira

Com quatro editais voltados para fauna e flora lançados até o momento, o Programa de Proteção às Espécies Ameaçadas de Extinção da Mata Atlântica Brasileira financia, desde 2004, pesquisas que forneçam subsídios para a proteção e o manejo de espécies da flora e fauna ameaçadas desse bioma. Desenvolvido com recursos do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (Critical Ecosystem Partnership Fund – CEPF) e coordenado em parceria pela Fundação Biodiversitas (BH/MG) e CEPAN (Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste), o Programa já contabiliza um total de 46 projetos aprovados, contemplando 59 espécies em 13 estados do país.

Conheça nesta edição os resultados de dois projetos:

Phyllomys unicolor: criticamente em perigo ou extinto?”

Equipe do projeto em campo
Foto: Yuri Leite

Descrito no século XIX, o rato-sauiá (Phyllomys unicolor) nunca mais havia sido registrado, havendo suspeitas de que poderia estar extinto. Este projeto teve como objetivos localizar populações remanescentes, conhecer a fauna de pequenos mamíferos do sul da Bahia (local onde a espécie foi registrada), caracterizar o hábitat em que o rato-sauiá viesse a ser registrado e definir estratégias de conservação adequadas à espécie.

O estudo, que teve como instituição proponente o IPEMA (Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica) e como responsável técnico o biólogo Yuri
Reis Leite, abrangeu fragmentos de Mata Atlântica em dez meses de trabalho – e um esforço de 4.426 armadilhas/noite. Neste período, apenas um exemplar de Phyllomys unicolor foi registrado. No relatório final do projeto, Yuri Leite afirma que o rato-sauiá, assim como na lista vermelha da fauna brasileira (Machado et al., 2005), deve ser considerado “Criticamente em Perigo”, já que sua extensão de ocorrência é estimada em menos de 100 km2, sabe-se de sua existência em somente uma localidade e existe um declínio contínuo na área ou qualidade do hábitat.

Considerando-se que o rato-sauiá é uma espécie restrita ao extremo sul da Bahia e que nenhum dos dois registros existentes para a espécie encontram-se em Unidades de Conservação, a principal ameaça à sua sobrevivência verificada é a perda de hábitat. Para Yuri Leite, a falta de conhecimento sobre a história natural, distribuição geográfica e estimativas populacionais da espécie são um grande impedimento à sua proteção. “Existe uma lacuna enorme de Unidades de Conservação nessa área, é tudo muito degradado, há muito pasto e eucalipto. Nem mesmo as áreas de proteção permanente são respeitadas. É necessário que sejam realizados mais estudos na área, que sejam protegidos os poucos remanescentes de mata que ainda existem, assim como a criação de RPPNs e promoção de ações de educação ambiental”, recomenda.

O projeto, que redescobriu o Phyllomys unicolor, após quase dois séculos, teve como desdobramento a elaboração de uma monografia, um capítulo de livro e diversos resumos apresentados em eventos científicos.


“Distribuição, densidade populacional e história natural de Scinax alcatraz (Amphibia) em Alcatrazes, São Paulo”

Scinax alcatraz
Foto: Beto Hulle
Aprovado no Edital 01/2004, este projeto teve como objetivo conhecer a distribuição do anfíbio Scinax Alcatraz na ilha de mesmo nome, no litoral sul do estado de São Paulo, assim como estimar a densidade da espécie em seus bromeliais e obter informações sobre a história natural da espécie. Concluído somente em 2006, o projeto sofreu atrasos em relação ao cronograma inicial, principalmente devido a um incêndio na ilha provocado por treinamentos da Marinha Brasileira em novembro de 2004 e a diversos pedidos de autorização de visita à ilha negados pelo mesmo órgão. Mesmo assim, todas as viagens previstas foram realizadas e o estudo pôde verificar a ocorrência de S. alcatraz em toda a extensão da ilha.

Classificada como “Criticamente em Perigo” segundo a Lista Vermelha Brasileira (Machado et al., 2005), a espécie é endêmica da pequena ilha (135 ha) e não há política de preservação definida.

A partir desse estudo coordenado pela bióloga Cínthia Aguirre Brasileiro, foi possível verificar que a densidade de S. Alcatraz nos bromeliais varia entre dois e cinco indivíduos por metro quadrado. Através do projeto, os pesquisadores constataram, também, que fêmeas e machos ocorrem sempre nas bromélias, onde também se dão as desovas e desenvolvimento dos girinos. Mesmo com a comprovação de que os treinamentos da Marinha na ilha podem causar incêndios, o que prejudica diretamente a sobrevivência da espécie, os órgãos de proteção ao meio ambiente no país ainda permitem que ocorram estas ações no local. “Resta-nos divulgar a importância das espécies endêmicas – e da ilha como um todo – e esperar que haja uma consciência ambiental capaz de impedir que um ecossistema tão especial possa desaparecer e que os órgãos ambientais não sejam tão omissos”, afirma Cínthia em seu relatório final sobre o Projeto.


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